HISTÓRIAS DO RIO · LUGARES

Paquetá (bairro do Rio de Janeiro)

Foto: Paquetá (bairro do Rio de Janeiro), Wikipédia/Wikimedia Commons

Paquetá é um bairro da Zona Central do município do Rio de Janeiro, no estado homônimo, no Brasil, que reúne diversas ilhas na Baía de Guanabara, sendo a maior delas a Ilha de Paquetá, um tradicional recanto turístico do município do Rio de Janeiro, a poucos minutos da agitação da metrópole, habitado por população de classe média.[carece de fontes]? O bairro possui infraestrutura turística com hotéis, restaurantes, hospital, policiamento, comércio e serviços.

Paquetá (bairro do Rio de Janeiro)
Foto: Paquetá (bairro do Rio de Janeiro), Wikipédia/Wikimedia Commons, licença livre, autoria na página do artigo.

Seu índice de desenvolvimento humano, no ano 2000, era de 0,822, o 74º melhor do Rio de Janeiro, dentre 126 bairros avaliados; sendo considerado regular.

História

A Ilha de Paquetá foi descoberta em 1555 pela expedição francesa fundadora da França Antártica. A ilha já era habitada pelos índios tupinambás, que viriam a ser conhecidos também como tamoios. Estes chamavam a ilha de Paketá, que significa "muitas pacas". Somente em 18 de dezembro de 1556 o rei francês reconheceu a descoberta de André Thevet, cosmógrafo membro da expedição francesa, sendo essa data até hoje considerada como aniversário da ilha.

Da história à obra

Ler sobre Paquetá (bairro do Rio de Janeiro) lembra que manutenção pequena e regular custa menos que reparo grande. É o raciocínio que a URBEX leva às reformas e construções que faz no Oeste da Grande São Paulo: avaliar, combinar o escopo e só então executar. Texto editorial da nossa equipe, sem relação com intervenções neste local.

Obra bem feita dura: URBEX

A URBEX é a empresa de construção e reformas que atende Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville, com escopo claro antes de começar. A URBEX fica no Oeste da Grande São Paulo (SP), não no Rio de Janeiro. Este espaço é divulgação do nosso próprio projeto.

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Atendimento exclusivamente pelo WhatsApp, segunda a sexta, das 8h às 17h. Não atendemos São Paulo capital.

Com a vitória dos portugueses contra os franceses, na disputa pelas terras da então França Antártida, a ilha passou para o controle dos vencedores que, em 1565, mesmo ano da fundação da cidade do Rio de Janeiro, a dividiram em duas sesmarias. Depois de expulsar os franceses da Baía de Guanabara, Estácio de Sá tratou de dividir a ilha em duas sesmarias e as entregou a dois companheiros de viagem: a primeira foi para Inácio de Bulhões (Campo) e a outra para Fernão Valdez (Ponte). Em 1697, foi construída a Capela de São Roque, padroeiro da ilha.

No século XIX a ilha caiu nas graças do Império: foi local de hospedagem frequente de D. João VI, no Solar Del Rey (hoje a biblioteca pública). Ali também viveu seus últimos anos o político e naturalista José Bonifácio, cuja residência ainda existe, preservada e em uso. O bairro, que já pertenceu ao município de Magé, foi incorporado à Corte em 1833.

Durante a Revolta da Armada, em 1893, a ilha foi ocupada durante seis meses pelos marinheiros sublevados, o que ocasionou diversos prejuízos para a população local. Até então a ilha não tinha uma controle certo, vivendo basicamente de pesca e troca dos pescados por outros produtos no porto.

No período da Guanabara (1960-1975) a ilha passou a ser administrada em conjunto com a Ilha do Governador e a Cidade Universitária, na então subprefeitura das ilhas. Em 1981 foi estabelecida como um bairro autônomo, pelo prefeito Júlio Coutinho, e passou a ter sua própria região administrativa, sendo também desincorporada da Zona Norte e tornando-se o bairro mais distante da Zona Central do Rio.

Brasão

Apesar de incomum nos municípios brasileiros, algumas divisões do município do Rio de Janeiro possuem brasões, bandeiras e hinos, adquiridos à época em que seu território era compreendido no antigo estado da Guanabara. O brasão da região administrativa da Ilha de Paquetá é composto:

Pelos anos de 1565, que marca a entrega das terras de Paquetá aos sesmeiros, e de 1961, em homenagem à criação da região administrativa da Ilha de Paquetá.

Por duas estrelas, representando os dois primeiros sesmeiros, Inácio de Bulhões e Fernão Valdez.

Por um escudo onde figuram a Capela de São Roque, um flamboyant (marca registrada da ilha), uma lua cheia (alusão ao hino da ilha, chamado Luar de Paquetá) e uma antiga barca a vapor cantareira.

Geografia

Situada no fundo na Baía da Guanabara, Paquetá é um bairro do município do Rio de Janeiro formado pela Ilha de Paquetá e por outras pequenas ilhas no interior da baía de Guanabara: Brocoió, Braço forte, Redonda, do Manguinho, Comprida, dos Ferros, Casa da Pedra e das Folhas, além de outras ilhotas e rochedos situadas entre elas.

A Ilha de Paquetá, que dá nome ao bairro, tem 8 km² de área e dezenas de pequenas praias, sendo 15 as mais conhecidas e frequentadas. Outro destaque é a Ilha de Brocoió, ocupada pela residência oficial de férias do governador do estado do Rio de Janeiro.

O arquipélago fica muito próximo da única área remanescente de manguezais da Baía, a 10 minutos da entrada de Magé pelo mar, ainda preservada e significativa, com fauna e flora ricas.

Economia

Transporte

O acesso à ilha é feito por linha regular de barcas e ainda por barcas e catamarãs, sempre a partir da Praça XV de Novembro, no Centro do Rio de Janeiro. Atualmente, o trajeto pode ser feito em 40 minutos.

Na ilha, não é permitido o tráfego de veículos motorizados particulares: apenas bicicletas e charretes elétricas se locomovem nas ruas revestidas de saibro. Somente é permitido o tráfego de carros que prestam serviços públicos - polícia, bombeiros, ambulância, coleta de lixo etc.

O transporte de moradores e visitantes é feito por charretes elétricas e bicicletas. Há ainda o serviço de táxis apelidado de ecotáxi, com bicicletas especialmente adaptadas para transportar grupos de pessoas em uma espécie de cabine traseira.

Hospedagem

O público flutuante pode chegar a 20 mil pessoas, em dias de sol na alta temporada, conta com pequenas pousadas recentemente reformadas e de perfil profissional, que fazem da ilha uma boa opção para o “two days tourism”, conceito que vem ganhando espaço nas opções de lazer dos cariocas ser mais econômico e prático: viagens curtas, com apenas um pernoite e dois dias de proveito, em lugares próximos para diminuir o tempo de deslocamento.

Cultura

O isolamento geográfico e a legislação de caráter preservacionista que sempre regeu a ilha contribuíram para que boa parte do acervo arquitetônico do bairro e do Rio Antigo fosse preservado.

Nos últimos anos, Paquetá tem sido uma opção para quem busca lazer e tranquilidade sem se afastar muito da cidade. Conhecida como Ilha dos Amores, a Ilha de Paquetá vem sendo procurada por artistas, poetas e outros adeptos de uma vida mais tranquila e comunitária.

Um dos destaques é a Casa de Artes de Paquetá, inaugurada em 1999 e pioneira nas ações que atualmente movimentam a vida cultural do bairro. A Casa de Artes tem exposições permanentes e temporadas de música clássica, jazz e outros gêneros. O espaço mantém ainda uma Orquestra Jovem, com apoio das leis de incentivo à cultura.

Outra vocação de Paquetá são os programas ao ar livre, em especial no Parque Municipal Darke de Mattos, onde são realizados piqueniques e encontros culturais.

Alguns bares oferecem sessões de cineclube e debates. O Iate Clube de Paquetá tem festas e bailes, com destaque para as festas tipo flashback.

Aos sábados, na Paróquia Senhor Bom Jesus do Monte, momentos com cantoria e serestas são abertas ao público.

A vocação do bairro para o turismo cultural e ambiental ainda comporta a edição de eventos na praia – como torneios de vôlei e futevôlei – e esportes náuticos. E as praias da Guarda, mais popular; e da Moreninha, cenário do romance de Joaquim Manuel de Macedo, que imortalizou Paquetá na memória cultural do povo brasileiro. É também um dos cenários da série A Arma Escarlate, da autora brasileira Renata Ventura, publicada em 2011.

Do lugar ao seu ambiente

Todo espaço, de um teatro histórico a uma sala de casa, depende de bons móveis bem montados para funcionar. Se você mora ou trabalha em Carapicuíba, Osasco, Barueri ou região e precisa montar móveis, a NOIZ faz montagem, desmontagem e remontagem de móveis no local (sem transporte) e a MestreBR atende residências e empresas em Osasco e região Oeste. Divulgação das nossas empresas.

Agora no entorno

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Fontes: Open-Meteo (tempo) e BrasilAPI (feriados). Ver no OpenStreetMap

Perto daqui

Fonte: Wikipédia (busca por localização).

Nossas empresas: quem é quem

Fonte do texto: Wikipédia, "Paquetá (bairro do Rio de Janeiro)", licença CC BY-SA. Texto adaptado e reduzido.

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