O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) é um museu de arte localizado na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Concentra o maior acervo de obras de arte do século XIX, sendo um dos mais importantes museus do gênero no país.

História e estrutura
Embora o museu tenha sido criado oficialmente apenas em 13 de janeiro de 1937 - e inaugurado em 19 de agosto de 1938 - sua história é bem mais antiga, e remonta à chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, já que dom João VI se fez acompanhar de um conjunto de obras de arte, algumas das quais permaneceram no país depois de seu retorno à Europa e figuram como o núcleo inicial da coleção.
Por outro lado, alguns anos depois de sua chegada ao Brasil, o rei fundou a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, que, a princípio, funcionou em um prédio próprio construído por Grandjean de Montigny, um dos integrantes da Missão Francesa e professor da escola, e inaugurada em 1826 pelo imperador dom Pedro I, ocasião em que a instituição passou a ser chamada de Academia Imperial de Belas Artes. Com o passar dos anos, a Academia Imperial formou uma significativa pinacoteca e uma gliptoteca e, com o advento da República, a academia foi rebatizada como Escola Nacional de Belas Artes. Permaneceu no mesmo edifício até a construção de sua sede atual na Avenida Rio Branco, antiga Avenida Central, artéria aberta na gestão de Pereira Passos durante uma grande reforma urbanística promovida no centro da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX.
Da história à obra
Quem trabalha com reformas olha para a história de Museu Nacional de Belas Artes (Brasil) com um interesse prático: o que faz uma edificação durar e o que a faz envelhecer mal. A URBEX, que atende Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville, costuma começar pelo escopo e pelo estado do que já existe. Não temos ligação com este local; é uma reflexão a partir dele.
Obra bem feita dura: URBEX
A URBEX é a empresa de construção e reformas que atende Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville, com escopo claro antes de começar. A URBEX fica no Oeste da Grande São Paulo (SP), não no Rio de Janeiro. Este espaço é divulgação do nosso próprio projeto.
Conhecer a URBEXChamar no WhatsAppAtendimento exclusivamente pelo WhatsApp, segunda a sexta, das 8h às 17h. Não atendemos São Paulo capital.
O autor do projeto foi o arquiteto espanhol Adolfo Morales de los Rios, que tomou, como modelo, o Museu do Louvre, em Paris. Durante a construção, porém, o desenho seria alterado, possivelmente por Rodolfo Bernardelli, então diretor da escola. Mais tarde, Archimedes Memoria acrescentou outras mudanças. O resultado é uma construção eclética, com fachadas em diferentes estilos. A fachada principal na Avenida Rio Branco é inspirada na renascença francesa, com frontões, colunatas e relevos em terracota representando as grandes civilizações da Antiguidade, além de medalhões pintados por Henrique Bernardelli com retratos dos integrantes da Missão Francesa e outros artistas brasileiros. As laterais são mais simples, e fazem referência à Renascença italiana; possuem mosaicos parisienses com figuras de arquitetos, pintores e teóricos da arte, como Vasari, Vitrúvio e Da Vinci. A fachada posterior é um exemplo mais puro e austero do neoclassicismo, com relevos ornamentais de Edward Cadwell Spruce. Na decoração interna, foram usados materiais nobres como mármores e mosaicos, estuques, cristais, cerâmicas francesas e estatuária. O edifício foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 24 de maio de 1973.
Finalizada a grande obra, e aberta ao público em 1908, procedeu-se à transferência das instalações da Escola Nacional para lá. O acervo da pinacoteca foi instalado no terceiro pavimento, a coleção de cópias de estatuária clássica usada para estudo encontrou espaços no segundo piso, com uma museografia especialmente concebida para dar-lhes destaque, e os ateliês das aulas práticas e a administração da escola ficaram no quarto andar. Em 1931, a Escola Nacional foi incorporada à Universidade do Rio de Janeiro, encerrando sua história como instituição independente.
Com a criação do Museu Nacional de Belas Artes em 1937 pelo ministro Gustavo Capanema, houve mudanças. A coleção da Escola Nacional passou a constituir o acervo do museu, e os ateliês e setores administrativos permaneceram no prédio, mas, entre as décadas de 1950 e 1970, alguns cursos foram sendo transferidos para outros locais, enquanto a escola mudava novamente de nome, agora passando a se chamar "Escola de Belas Artes". Em 1975, as aulas que ainda funcionavam no prédio do museu foram transferidas para uma sede na Ilha do Fundão, projetada por Jorge Moreira em arquitetura moderna, onde continuam até hoje suas atividades. Na transferência, o acervo, que, antes, era comum a ambas as instituições - museu e escola -, foi dividido. A maior parte da coleção artística permaneceu no Museu Nacional, mas outra parte, composta principalmente de documentos e de obras de arte didáticas ou produzidas em atividades pedagógicas, e a Coleção Jeronymo Ferreira das Neves, doada à Escola de Belas Artes em 1947, seguiram com ela, passando a constituir o Museu Dom João VI. Com a saída definitiva da escola do prédio do museu, os espaços abertos foram ocupados pela Fundação Nacional de Artes.
Na década de 1980, o edifício estava em estado de completo abandono, com sérios problemas estruturais que ameaçavam as coleções, o que também afugentou o público. Então, foram realizadas diversas reformas importantes para modernizar os equipamentos expositivos e reformular a museografia, mas preservaram-se, na íntegra, seu estilo e decoração, que recuperaram seu esplendor original. Em meados dos anos 1990, a Fundação Nacional de Artes desocupou as alas onde funcionava e, enfim, o Museu Nacional pôde dispor integralmente de seu edifício. Hoje, plenamente recuperado e com equipamentos atualizados, o Museu Nacional de Belas Artes é o mais importante museu de arte brasileira do século XIX, um dos museus brasileiros mais afamados internacionalmente, e um dos maiores em seu gênero em toda a América do Sul.
Possui mais de 6 733,84 metros quadrados de áreas de exposição, com 1 797,32 metros quadrados de reservas técnicas. Além dos espaços de exposição e setores administrativos, o museu possui um Departamento de Conservação e Restauração, com laboratórios para trabalhos de pintura e papel, as Reservas Técnicas e a Oficina de Molduras e Gesso.
Sua Biblioteca é especializada em artes plásticas dos séculos XIX e XX, reunindo obras raras e coleções de periódicos, monografias e catálogos de exposições, além de documentos e fotografias que registram a história da instituição desde a Academia Imperial de Belas Artes, incluindo acervos pessoais de alguns artistas.
Também organiza projetos para implementar ações educacionais voltadas para o público em geral e, em especial, para professores, no sentido de proporcionar maior divulgação e entendimento do patrimônio cultural brasileiro em exposição
Do lugar ao seu ambiente
Todo espaço, de um teatro histórico a uma sala de casa, depende de bons móveis bem montados para funcionar. Se você mora ou trabalha em Carapicuíba, Osasco, Barueri ou região e precisa montar móveis, a NOIZ faz montagem, desmontagem e remontagem de móveis no local (sem transporte) e a MestreBR atende residências e empresas em Osasco e região Oeste. Divulgação das nossas empresas.
Agora no entorno
Fontes: Open-Meteo (tempo) e BrasilAPI (feriados).
Perto daqui
- Carregando...
Fonte: Wikipédia (busca por localização).
Nossas empresas: quem é quem
URBEXConstrução e reformas em Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville.
NOIZMontagem, desmontagem e remontagem de móveis no local, sem transporte, em Carapicuíba, Osasco, Barueri e região.
MestreBRMontagem, desmontagem e remontagem de móveis residenciais e corporativos em Osasco e região Oeste. Atende também lojistas.Fonte do texto: Wikipédia, "Museu Nacional de Belas Artes (Brasil)", licença CC BY-SA. Texto adaptado e reduzido.