Avenida Brasil é um dos principais logradouros da cidade do Rio de Janeiro. Seu surgimento está associado à expansão da cidade para zonas residenciais mais afastadas da região central, ainda na primeira metade do século XX. A mesma passou a servir como porta de entrada por via rodoviária, até então atrelado por via marítima ou ferroviária. A avenida que era ligada a Rio-Petrópolis em 1941, chegou a ser a primeira rodovia federal (BR-01) em 1948.

Com 58,5 quilômetros de extensão, corta 26 bairros da cidade e tem o status de mais importante via expressa da cidade do Rio de Janeiro. Apenas um trecho, de 2,3 quilômetros, recebe exclusivamente o nome "Avenida Brasil", que se compreende entre a Avenida João XXIII, em Santa Cruz, e o acesso à pista da BR-101, no mesmo bairro.
É a segunda maior avenida em extensão do Brasil e o maior trecho urbano da BR-101, ligando exatamente a BR-101 norte (Ponte Rio-Niterói e Rodovia Rio-Vitória/Niterói-Manilha) à BR-101 sul (Rodovia Rio-Santos). Seu limite de velocidade é de até 90 quilômetros por hora, entretanto com os engarrafamentos, a velocidade média na via expressa diminui significativamente.
Da história à obra
Um lugar como Avenida Brasil (Rio de Janeiro) chega até hoje porque alguém planejou, construiu e depois cuidou. A URBEX atua com construção e reformas residenciais e comerciais e, no dia a dia, conversa sobre as mesmas perguntas: o que precisa ser feito, com que material e como manter depois. Esta é uma leitura nossa sobre conservação, não uma obra da URBEX neste local.
Obra bem feita dura: URBEX
A URBEX é a empresa de construção e reformas que atende Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville, com escopo claro antes de começar. A URBEX fica no Oeste da Grande São Paulo (SP), não no Rio de Janeiro. Este espaço é divulgação do nosso próprio projeto.
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Além da BR-101, a Avenida Brasil também faz parte do percurso da BR-040, da BR-116 e da BR-465, totalizando todas as rodovias federais que passam pela cidade do Rio de Janeiro.
A Prefeitura do Rio de Janeiro mensura a Avenida Brasil, como a responsável pelo maior fluxo viário da cidade com mais de 800 mil veículos por dia, atribuído à influência geográfica da via - causado pelo fenômeno da migração pendular, isto é, o deslocamento diário dos trabalhadores da Baixada Fluminense e da Zona Norte e Zona Oeste ao Centro da cidade.
A avenida começa nas proximidades da Zona Portuária tendo como marco a Rodoviária Novo Rio como quilômetro 0 e corta dezenas de bairros até chegar a Santa Cruz, na Avenida João XXIII - o quilômetro final, na Zona Oeste. A Avenida Brasil é uma via estratégica para o dinamismo da cidade do Rio de Janeiro e importante historicamente.
Tem intersecções com a Ponte Rio-Niterói, Linha Vermelha, Linha Amarela, Rodovia Washington Luís, Via Dutra, Antiga Estrada Rio-São Paulo e a Rodovia Rio-Santos, garantindo assim ligação direta com a Baixada Fluminense, a Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e a Zona Central.
Inaugurada em 1946, recebeu expansão à Zona Oeste com extinção da Avenida das Bandeiras em 1961, o que lhe garantiu esta transversalidade.
Também se tinha a intenção de diminuir os custos de circulação de mercadorias, assim como facilitar acesso às indústrias, que possuíam presença expressiva na região. Teve importante consolidação a partir da década de 1950, com a chegada da indústria automobilística principalmente nos Anos JK.
Nela se situa o Ceasa, no bairro de Irajá, um dos maiores entrepostos de hortifrutigranjeiros da América Latina, e a Fundação Oswaldo Cruz com o seu prédio em estilo arábico.
As críticas à Avenida Brasil geralmente são dirigidas aos seus problemas é melhorias.
Ao não sempre ideal estado de conservação asfáltica, mais intensa do trecho Trevo das Margaridas ↔ Caju, diminuindo a velocidade do trânsito, causa congestionamentos, acidentes e danos aos veículos.
Nos últimos anos, a Av.Brasil está sendo toda revitalizada, com a chegada do corredor expresso BRT TransBrasil. Várias empresas do setor privado vêm se instalando as margens da avenida mais famosa do país.
O projeto
A primeira tentativa de abrir a via aos veículos automotores é datado de 1906, durante a Era Pereira Passos da Prefeitura do Rio de Janeiro. O objetivo era conectar o Centro da cidade aos bairros localizados depois da Ponta do Caju até Irajá, tendo, como ponto de partida, a Avenida Rodrigues Alves e o Cais do Porto. Em 1916, o projeto estava sendo debatido nos primeiros congressos sobre estradas de rodagem.
Durante o Governo Washington Luís, diversos projetos para a futura rodovia (entre 1926 e 1928) foram considerados, aproveitando trechos do caminho de 1922, quando foi feita a primeira viagem de carro a Petrópolis, agregando alguns sócios do Automóvel Club. Foram feitos cinco estudos. A que seguia o litoral foi considerada a mais difícil de se executar.
O projeto de autoria de Jorge Macedo Vieira para o Bairro Industrial de Manguinhos (de 1927), com o trajeto pelo litoral, contrariou as tendências das escolhas de trajetos para aberturas de rodovias serem sempre pelo interior e foi a senha para determinar o atual trajeto da Avenida Brasil. A variante de acesso a Petrópolis, que daria origem à atual Avenida Brasil, foi construída na década de 1940, no período histórico denominado Era Vargas, para desafogar o tráfego nas ruas internas beirando a Estrada de Ferro Leopoldina, que nada mais eram que o antigo caminho para Petrópolis.
Descrição da via expressa
O trajeto do Avenida Brasil cruza os bairros listados na tabela seguinte, sendo os percursos subdivididos de acordo com a distribuição de faixas da via expressa ao longo dos bairros.
Distribuição das faixas por partes da Avenida Brasil nos dias atuais
Caju ↔ Irajá: Uma pista central nos dois sentidos com quatro faixas, sendo uma seletiva (permitida apenas o tráfego de ônibus e táxis e veículos oficiais (Legislativo, judiciário, executivo, forças armadas, ambulâncias, policias, corpo de bombeiros e carros de resgates), mais pista lateral com duas faixas para permitir o fluxo de veículos local.
Acari ↔ Guadalupe: Uma pista central nos dois sentidos com quatro faixas, sendo uma seletiva(permitida apenas o tráfego de ônibus e táxis), sendo excluída a pista lateral para tráfego local. Excepcionalmente em Guadalupe uma pista central nos dois sentidos com quatro faixas, sendo uma seletiva(permitida apenas o tráfego de ônibus e táxis), mais pista lateral com duas faixas para permitir o fluxo de veículos local. Vale observar que nos dois sentidos a pista sofre alterações: no sentido Zona Oeste extingue-se a faixa seletiva, enquanto no sentido Centro é aberta a faixa.
Deodoro ↔ Santa Cruz: A via é composta por três faixas de rolamentos nos sentidos Zona Oeste e Centro, com acessos locais aos bairros em que corta a via. Não há faixa seletiva neste trecho.
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Agora no entorno
Fontes: Open-Meteo (tempo) e BrasilAPI (feriados).
Perto daqui
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Nossas empresas: quem é quem
URBEXConstrução e reformas em Osasco, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba e Alphaville.
NOIZMontagem, desmontagem e remontagem de móveis no local, sem transporte, em Carapicuíba, Osasco, Barueri e região.
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